Esperamos todos os dias, realizamos fantasias nas nossas cabeças, e sobretudo sonhamos pelo momento da descoberta. A questão que nos assombra é sempre a mesma. “ Será isto pelo qual esperei? Será isto o que eu realmente quero?”
A verdade é que se não tentarmos não a saberemos, mas por vezes a experimentação é o grande erro. Isto é, pelo facto de termos esperado tanto, acabamos por deturpar a nossa ansiosa visão, que “per si” está míope, não foca os nossos objectivos no nosso “novo objecto”. Vemos o que queremos ver. O resto já sabemos…
Ma se realmente acertarmos. Ganhamos. Alcançamos o que tanto desejamos e idealizamos, teremos aí começado uma nova etapa. Teremos, então, de reordenar objectivos, crenças e vontades. E nesse momento ansiamos e esperamos pelo nosso novo “momento”.
Esperar não é o pior da “espera” em si, mas sim, a antecipação de atingir o desejado.
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